[Sagrado Feminino] Ancestralidade Feminina – Acessar nossas ancestrais e curar nossas relações

[Sagrado Feminino] Ancestralidade Feminina – Acessar nossas ancestrais e curar nossas relações

 

 

Acredito que um dos resgates profundos que o Sagrado Feminino e os Círculos de Mulheres tragam para nós, mulheres, é a consciência de nossa ancestralidade. Hoje, vivemos o que eu chamo de “microcélulas”, ou seja, estruturas familiares minúsculas – mulher, marido e filhos. Mal convivemos com outras mulheres, em especial nossas tias, primas, avós e mães. Isso faz com que percamos muito da nossa história familiar.

 

Em alguns casos isso pode ser bom em um primeiro momento. Nos dá individualidade e clareza para discernir o que a nossa família nos aporta de bom e de ruim com seu histórico. Mas também perdemos a oportunidade de entender com profundidade a história de todas as mulheres que nos antecederam e graças às quais estamos aqui.

 

Essa história pode guardar dores que ainda carregamos em nosso ventre, como mulheres que somos. Vale lembrar que nós mulheres nascemos já com todos os nossos óvulos. Ou seja, até o momento de seu nascimento você partilhou com sua mãe todas as emoções e sensações da vida dela (ela, por sua vez, compartilhou isso tudo com sua avó, e sua avó com sua bisavó… entendeu?). Dores, traumas, humilhações, abusos, medos… Tudo isso pode estar na sua linhagem feminina e consequentemente em você.

 

No nosso Círculo de março falamos sobre isso e fizemos lindos exercícios para honrar e liberar nossas ancestrais e suas dores. Eles estão descritos no artigo “Curando nossa ancestralidade feminina”, onde estão inclusive dois áudios das vivências que fizemos naquele dia para que você possa acessar essa linda cura.

 

 

Nesse artigo você vai encontrar uma série de outras referências sobre esse assunto e se aprofundar mais ainda, pois há muito que se curar nas nossas linhagens femininas. E quando curamos nossas ancestrais, harmonizamos nossas relações atuais e liberamos o caminho para as nossas descendentes. _/\_

E para pensarmos um pouco sobre os ciclos de dificuldade que estão impressos nas histórias das mulheres que nos antecederam, indico a forte animação “Vida Maria”.

 

 

 

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